RESUMO
A sociedade sofreu mudanças estruturais com o avanço tecnológico, destacando-se o uso da internet, que tudo informa e se comunica via redes sociais, foi potencializado com o advento da pandemia do COVID-19 que nos obrigou a ficar em casa. Assim, a ética cristã na internet e o uso consciente na rede se fazem necessários entendê-los para corretamente discernir a Palavra. A vida comunicada pela rede de computadores (internet e redes sociais) realiza uma promoção ao novo relacionamento virtual ser o mesmo ou mais importante que o relacionamento presencial, e, a partir desta apologia, não só novos erros humanos são expostos como a gestão da aparência, mas também novos erros teológicos são divulgados: Ciberteologia e Igreja-Empresa. Com o uso da internet e das redes sociais, ocorrem doenças como a nomofobia. É desenvolvido um olhar crítico à vida comunicada pela internet à luz dos novos conceitos de ética e da própria ética cristã: A intenção em foco no uso consciente da rede.
Palavras-chave: Ética cristã na internet. Gestão da aparência. Ciberteologia. Igreja-Empresa.
1 INTRODUÇÃO
A sociedade sofreu mudanças estruturais com o avanço tecnológico, principalmente depois do confinamento ante a pandemia do COVID-19 (OMS, 2021) que potencializou o uso da internet que tudo informa e comunica, porém, nem sempre de forma ética e com credibilidade. A vida comunicada pela rede de computadores (internet e redes sociais) promove o novo relacionamento virtual como sendo o mesmo ou mais importante que o relacionamento presencial, e, a partir disso, não só novos erros humanos são expostos como a gestão da aparência, como também novos erros teológicos são divulgados como a Ciberteologia e a Igreja-Empresa, além de novas doenças como a nomofobia. Para discernir a Palavra nesse meio, é discorrido um olhar crítico à vida comunicada à luz da ética cristã: O uso consciente da rede.
2 O QUE É ÉTICA CRISTÃ?
Este trabalho foca no aspecto objetivo da rede de computadores, e não no subjetivo e complexo. Logo, as definições utilizadas não são completas, carecendo de maiores estudos de ciências humanas, exatas e biológicas acerca do assunto.
A Semiótica de Roland Barthes foi escolhida como ferramenta para didaticamente separar a forma do conteúdo, tomando as mais simples definições destas, porém, as tratando necessariamente em conjunto, de forma prática e objetiva no processo de conscientização que serve de pilar para que se haja ética, seja ela ou não cristã, e de maneira independente da referência ser o mundo real ou o de rede.
A ética cristã pressupõe que há uma relação válida e estrita entre Deus e o homem, e, geralmente, dá essa prioridade sobre as relações das pessoas entre si (TAYLOR, 1994). A ética cristã trata dos princípios morais que são derivados da fé cristã, contrastando com a ética geral que é antropocêntrica e comportamental. Por exemplo, a Bíblia (BÍBLIA, 1993) diz que devemos seguir as autoridades que Deus tem estabelecido (Rm 13:1), quer seja ou não do partido de nosso agrado. Isto é conscientização e entendimento do princípio da Palavra de maneira ética e cristã. De outro modo, ocorre a falha da ética cristã (na rede), como veremos a seguir.
A falha da ética com o homem, presencial ou em rede, ocorre quando a este lhe fere a conduta, transgride um princípio moral, mudam os valores, suprime o costume, ou ignora o comportamento local em uma determinada época. A falha da ética cristã (na rede) ocorre quando o homem peca (tipicamente na internet), seja alterando os Valores revelados por Deus (por desobediência ou por ação não intencional [animus] em Cristo Jesus) ao ser comunicado um evangelho barato, ou por inexistir comunicação consciente (que produz a falha da ética [cristã]).
3 O QUE É REDE DE COMPUTADORES?
Segundo Liane R. Tarouco e outros, a rede de computadores (ou simplesmente “rede”) ou malha ou ainda chamada de teia, é nome da disposição física de computadores e de máquinas dedicadas a se comunicar, visando a troca de informações. A rede compartilha recursos de: Banco de dados, impressoras, telefonia, geoposicionamento e mensagens, dentre outros recursos (TAROUCO et alii, 2021).
A palavra “rede” é genericamente utilizada quando há a possibilidade efetiva de comunicação entre um elemento de rede e outro, trocando informações entre si e compartilhando recursos, em suma, promovendo alguma forma de comunicação próxima (aqui, tipicamente pela rede local), ou remotamente (lá, tipicamente pela internet). Um elemento de rede pode ser: Um computador servidor de comunicação (potente ou não), um hardware específico (unidade de apoio de rede), um computador pessoal, um smartphone, um GPS, uma smart TV, e etc.
Com o uso de aplicativos eletrônicos de comunicação, nasceram as “redes sociais”, típicas do século XXI. Nessas, os usuários podem reencontrar “amigos” e encontrar “novas pessoas”, ampliando o “círculo social virtual”. Cria-se um perfil, e começa o processo de comunicação: Trocar informações de: Texto, áudio e vídeo, visando crescer o “vínculo relacional virtual” a uma outra “pessoa” via critério pessoal, mas chamo este vínculo de “conexão digital”, haja vista que a “rede social” em si, em termos objetivos, não é uma pessoa propriamente dita, mas aparenta ser.
No final do século XX, a palavra “virtual” tinha o entendimento simples de ser um adjetivo, ou, de uma locução adverbial modal: “de mentira; como se assim fosse” (OLIVEIRA, 1985). Recentemente, “virtual” está associado àquilo que tem existência aparente: Não propriamente real, nem física. Eis um ponto que cabe a distinção ética no uso consciente da rede e de suas “virtuais” relações. São exemplos, por número decrescente de usuários, as sete maiores redes sociais hoje: YouTube, Facebook, WhatsApp, Instagram, Messenger, Twitter e LinkedIn, dentre outras (COSTA, 2019).
A rede não é segura. É necessário não só o uso de estrutura eletrônica de proteção, como também valer-se de discernimento e uso ético. Os principais riscos na rede de computadores (internet e redes sociais) são: 1) invasão de privacidade: Danos à imagem e à reputação; 2) vazamento de informações: Contato com pessoas mal-intencionadas; 3) perfis falsos (fakes); 4) notícias falsas (fake news); e 5) comunidades polêmicas e discriminatórias: Imoralidade e preconceito.
3.1 CARACTERÍSTICAS OBJETIVAS DA REDE
Para que haja discernimento e uso ético, é importante saber que a rede: a) não é viva: Tem “memória”, mas não da mesma forma que o homem tem; b) não toma decisões: Elementos de rede, sem vida, não julgam; c) é um não-lugar (BAUMAN, 2001): Por não existir geograficamente, não têm pessoas reais; d) não têm pessoas reais: Há representações digitais da personalidade – os contatos; e e) não permite relacionamento: Conexão digital não é relacionamento real.
4 A INSEPARABILIDADE ENTRE FORMA E CONTEÚDO
A decomposição da mensagem (signo) em “forma” e “conteúdo” é didática à luz da Semiótica. Segundo Barthes, “forma” [a visualização] e “conteúdo” [o sentido] são duas faces constitutivas do mesmo fenômeno, como no caso dos dois lados da mesma folha de papel: Corte um lado e o outro será afetado (BARTHES, 2006).
Segundo Arruda, onde se vê a forma lá está o conteúdo (ARRUDA, 2010). Assim, para poder se falar de ética, sobretudo, de ética cristã, é necessário entender, via conscientização em Cristo Jesus, aquilo que é intencionalmente comunicado na Mensagem em termos de forma e de conteúdo, tratando-os de maneira conjunta.
A comunicação faz parte da vida secular e cristã. É possível ler a Bíblia com base na História da comunicação de Deus para com o homem e entre homens num contexto político-cultural, havendo revelação divina crescente, requerendo cumulativa conscientização humana (fruto do Espírito) da Missio Dei. Destarte, Jesus é o Diálogo vivo e a Mensagem plena entre Deus e a criação, a partir daqueles que nEle creem.
5 DOENÇAS QUE ADVÊM DO PROLONGAMENTO DE CAUSA NÃO TRATADA
A vida comunicada pela rede de computadores pode causar doenças oriundas do prolongamento de causas não tratadas. Segundo Louise Lynn Hay na obra “Você pode curar sua vida”, as doenças advêm do prolongamento de uma causa não tratada, tais como: (1) ansiedade: Sem confiança no fluxo e no processo da vida; (2) diabetes: Tristeza profunda; e (3) pressão alta: Problema emocional duradouro e não resolvido, dentre outras doenças (HAY, 2017). Então, surge a pergunta: Trato logo a causa de meu problema, ou vou priorizando a minha conexão digital?
Segundo José Crippa, a nomofobia é uma ansiedade típica e prolongada de usuários que não conseguem se separar de seu smartphone ou do computador, por causa das constantes atualizações de rede (CRIPPA, 2017). A saber, qualquer um pode ter um martelo, mas o martelar um prego (forma) não é para todos: Requer consciência, objetividade, sobretudo, intenção focada no tempo de pregar (Ec 3:1-8). De outra forma, o martelo (conteúdo) pode virar uma arma contra quem o utiliza e/ou contra terceiros.
Segundo estudos psicológicos de Maria Sayeg, existem oito sinais do uso patológico (inconsciente) da rede (SAYEG, 2000): 1) incapacidade de controlar o uso da internet; 2) necessidade de se conectar mais vezes; 3) acessar a rede para fugir dos problemas ou para melhorar o estado de ânimo [grifo meu]; 4) pensar na internet quando se está off-line; 5) sentir agitação ou irritação ao tentar restringir o uso; 6) descuidar do trabalho, dos estudos ou até mesmo dos relacionamentos pessoais por causa da rede; 7) sofrer pela abstinência; e 8) mentir [grifo meu] sobre a quantidade de horas que passa conectado e/ou permanecer muito mais tempo do que o previsto.
6 O QUE É RELACIONAMENTO?
O indivíduo na rede não é completo (não é corpóreo), e toda referência a este é relativa, fragmentada e não presencial, e, a partir disso, continuamente são confundidos os conceitos de: “pessoa”, “relação” e “sociedade” com os de: “contato”, “conexão digital” e “rede”, respectivamente. A Bíblia revela que o homem é um ser completo formado pelo espírito, alma e corpo (1Ts 5:23; Hb 4:12; 1Co 6:19), sem o tratar como fragmento, ou o desassociando de seu todo. Ao insistir na fragmentação do ser completo, velhas heresias vão sendo retomadas com o novo da rede.
O relacionamento humano é vivo, real, afetivo, emocional, intelectual e não fragmentado que se realiza no presencial contato com o outro. O “relacionamento”, portanto, não é aplicável à rede. A rede não é um lugar onde as pessoas possam se encontrar e se relacionar. Segundo Bauman, a rede é um não-lugar (BAUMAN, 2001). Logo, no ambiente virtual, há seletivos contatos em conexão digital via rede, e não pessoas se relacionando em sociedade.
6.1 A GESTÃO DA APARÊNCIA
O conteúdo da rede, em especial das redes sociais, apresenta distorções da felicidade do indivíduo capturada em selfies ou em outra maneira de registro eletrônico de incentivo à forma, positivando ilusões em usuários sustentados por “likes”, ou outro tipo de aprovação eletrônica à “gestão da aparência” - o tudo mentir em prol do registro perfeito. Na rede, a “verdade” não é mais a absoluta, mas proporcional ao número de “likes” recebida, típico da sociedade líquida de Bauman.
O cristão precisa ser o verbo de ligação consciente para com o seu próximo. Ir muito além do apenas parecer ético, mas efetivamente: Ser, estar, ficar, andar, permanecer, tornar-se, viver, e continuar consciente de suas responsabilidades e de seus deveres para com o homem ético cristão e de vida transformada. Dessarte, a Igreja não pode viver sob a gestão da aparência (na rede ou não), isto é, deixar de continuamente comunicar vida e de tê-la em abundância em Cristo Jesus (Jo 10:10b).
Novas Tecnologias de Informação e de Comunicação (TICs) clamam um uso ético, porém sem o atrativo da atenção (2Co 4:2). Não há ética sem o uso consciente da rede, e, sem ética, sobretudo cristã, não há presença do Espírito Santo, falhando desde o discernimento (espiritual) das coisas, até o anunciar e viver (a sã doutrina).
7 A IMAGEM DA IGREJA
A Igreja cristã deve anunciar o Evangelho de Jesus, a Palavra Viva de Deus. Entretanto, há muitas denominações onde lá pode o que o Evangelho proíbe! Trata-se do anúncio do evangelho barato citado por Bonhoeffer (BONHOEFFER, 2018). Eis o campo ideal para atuação da Igreja-Empresa, como será visto mais adiante. A saber, há contaminações na Palavra e no louvor, transformando o altar da Igreja em palco ou em balcão de vendas, num cenário de total falta de ética, sobretudo, cristã.
A Igreja centrada coloca o Evangelho no centro e o centro é o lugar do equilíbrio (KELLER apud REIS, 2015). O Renovo em nossa vida não se limita apenas ao avivamento na Igreja. Antes, traz respostas a este mundo e o serve. É a Igreja além-portas servindo a Deus, mas também servindo aos irmãos e à comunidade local, especialmente, ao grupo de vulneráveis - o pobre, a viúva, o órfão e o estrangeiro.
Bauman afirma que a forma da modernidade não é mais limitada às estruturas fixas e de comportamento bem conhecido, mas sim é líquida e flexível, de tal maneira que lembra o comportamento da contenção de um líquido, isto é, da forma “líquida” contida e sendo moldada pela própria forma do recipiente: Cúbica, se limitada por um cubo; cônica, se limitada por um cone; esférica, etc. A forma líquida onde está imersa a cultura da geração pós-moderna é caracterizada por ter uma dimensão volátil (amorfa). Não havendo referências, as pessoas se tornam protagonistas do seu próprio destino. As questões sólidas e duradouras não existem mais. Há impactos na família e no papel da autoridade, que em nome da liberdade tudo relativiza: Aspectos relacionais, criação de filhos, durabilidade das coisas e a aceitação de Deus.
7.1 A IGREJA-EMPRESA
A Igreja não é “opção” no mercado da fé. Porém, na pós-modernidade líquida, é esperado a melhor prestação de serviço da Igreja, de tal forma que o Evangelho deva estar alinhado com a vontade do indivíduo, e não o contrário. Isto é lamentável, e leva à pergunta: Como edificar uma Igreja sólida na sociedade líquida?
Sem a experiência em Cristo Jesus (forma), ou desconsiderando o conteúdo da Mensagem da morte de cruz, corre-se o risco da desconstrução do modelo tradicional de fé (a falta da mente de Cristo implica na falta de consciência no Evangelho), permitindo o surgimento e ação da “Igreja-Empresa”, isto é, a Igreja com mais caráter de organização do que o de organismo: Torna-se atrativa à sociedade líquida, pois apresenta “a Rocha” como sendo “líquida”. A saber, a “Igreja-Empresa” anuncia Jesus Cristo com objetivo econômico e antropocêntrico, pregando um evangelho barato para promover a si mesma, e agradando a grei, respectivamente.
8 A CULTURA DE MASSA
Desde a sua publicação em 1947, o livro “Dialética do Esclarecimento”, de Adorno e Horkheimer (ADORNO e HORKHEIMER, 1985), consagrou o termo Indústria Cultural ao defenderem a autonomia da arte burguesa, criticam os meios de comunicação de massa e (sub)produtos (formas e conteúdos) por esses veiculados (ARRUDA, 2010). Argumentam os autores que a Indústria Cultural não deveria sofrer alterações para ser vendida para a massa, pois tais alterações implicariam numa SIMPLIFICAÇÃO DA FORMA E DO CONTEÚDO, sendo possível difundir uma ideologia negativa (e de ética anti-humana), precipuamente, como o nazismo e fascismo, e, por esta razão, decidem por combater a Indústria Cultural.
Segundo Morin, a antropoética é a ética propriamente humana, pois emerge da consciência da condição humana de ser indivíduo/sociedade/espécie (MORIN, 2007). A antropoética conserva o caráter trinitário desse circuito fazendo com que o ser humano se assuma enquanto humanidade dentro de sua cultura. É uma ética que está muito vinculada à Sociologia atual, visando “alcançar a cidadania planetária”.
Morin trabalha com a ideia do complexo, isto é, postula que tudo o que não se renova, degenera. Assim, todos nós, homens e mulheres, temos que desenvolver o tecido social que está enfermo, a fim de suportar a sustentabilidade humana.
8.1 CIBERCULTURA E AS GERAÇÕES Y E Z
As Igrejas estão inseridas na sociedade local e no mundo em constante mudanças na: Cultura, vida social, economia, política, construção da fé e da espiritualidade. Em tempos hodiernos, vivencia-se a cultura do descartável e do imediatismo, relevando para o segundo plano qualquer ética. Somos humanos, mas não temos culturas iguais. A Teologia do Novo Testamento dialoga com a cultura, e dialoga com a própria ciência da época. Por exemplo, o apóstolo Paulo, em Corinto, fala de: Lutas, correr e de olimpíada.
A cultura de massa nivela todos por critério comum, hipervalorizando o indivíduo em relação ao todo social, porém, de forma disjuntiva e sincrética: Nasce a espiritualidade fluída. Nesta, um dos objetivos é o de neutralizar o diferente, dispensando-o na distinção do campo religioso, social, sexual, etário e ético.
Com a popularização do uso do microcomputador nos anos 80, e a consolidação do uso de redes nos anos 90 do século XX, nascia a Cibercultura, a cultura da internet. Segundo Pierre Lévy, a Cibercultura está intimamente ligada ao campo das relações sociais, aos trabalhos intelectuais, artísticos e éticos da humanidade, sendo (auto)administrada na rede de redes - o Ciberespaço (LÉVY, 2001). A Cibercultura flui no contínuo das ideias, nos objetos comunicados [acrescento: Texto, áudio e vídeo], e nas ações que ocorrem num paralelismo intrínseco e hiperconectado da rede. Neste cenário, cria-se um ambiente ideal para a produção de novos saberes, tais como: Aplicativos, redes sociais, sites, e etc.
Em contraste, a massa jovem perdeu o referencial de trabalho, de estudo e de família. Percebe-se um choque de gerações, tipicamente entre os “nativos digitais” (gerações Y e Z) com os “imigrantes digitais” (demais gerações que necessitam de certa adaptação para o uso saudável das ferramentas digitais) da cultura digital (PRENSKY apud TODOESTUDO, 2021). As gerações Y (nascidos entre 1981-1996, inclusive) e Z (nascidos entre 1997-2010, inclusive) não perseveram, mudando de foco segundo as suas questionáveis interpretações. Assim, há perdas na área profissional, espiritual e acadêmica: É construída uma espiritualidade gnóstica, fluída, e no âmbito do politicamente correto, fomentando uma cultura de corrente filosófico-religiosa sincrética e antropocêntrica (Pv 25:14). Todavia, a espiritualidade não fluída se formata e se completa nos Evangelhos: A Palavra de Deus em Cristo Jesus que nos faz operar na Missio Dei inspirados pelo Espírito Santo (Gl 5:16-17).
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