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ÉTICA CRISTÃ NA INTERNET: O USO CONSCIENTE DA REDE (parte II)

Por MARCIO ARAUJO, em 22/12/2025, 09:12h

9 CIBERGRAÇA – UM OLHAR CRÍTICO

Será feito um olhar crítico acerca de Cibergraça, valendo-se da dissertação de mestrado em Teologia Sistemática da PUCRS: “Cibergraça: Fé, evangelização e comunhão nos tempos da rede” de Aline Amaro da Silva, 2015. Segundo Silva: Delimita-se o tema em Cibergraça entendida como a comunhão [grifo meu] entre as pessoas nos tempos da rede. Primeiro, aprende-se o Ciberespaço como um lugar profundamente antropológico onde se pode refletir teologicamente. (...) A rede afeta ou potencializa a relação de comunhão entre as pessoas, em especial com a juventude, público predominante no Ciberespaço. Além disso, analisa o valor eclesiológico da internet na missão de evangelizar todos os povos, construindo a relação entre evangelização e comunhão na era digital (SILVA, 2015, RESUMO).

Silva limita-se a definir “Cibergraça” como “entendimento de comunhão”, isto é, não afirma que esta comunhão na rede seja a mesma de base bíblica. Eis o primeiro pilar deste trabalho acerca de ética cristã na internet: Não há comunhão bíblica na rede de computadores. À exceção de um Propósito de Deus (Nm 22:25-31), a rede não é espiritualizada, mas meramente é informacional o tempo todo.

Na obra de Silva, não há respostas objetivas às questões: (1) Como realizar o IDE e fazer discípulos em todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo na rede?; (2) Como “ceiar” com os irmãos, partindo o pão e bebendo o vinho em memória de Jesus na rede? e (3) Como plantar e manter Igrejas na rede? Segundo Silva, “Não existe dualismo entre mundo real e digital, ambos fazem parte de uma mesma realidade.”. Eis a primeira base da Cibergraça – não distinguir a realidade da virtualidade: Não só chama a atenção da ética cristã, como também fundamenta um olhar crítico nas assertivas da Ciberteologia.

Silva postula que: “A graça que habita neste espaço antropológico [sic], vislumbrando a rede como dom de Deus para a humanidade, como um lugar onde pode se encontrar a Deus, mais ainda, uma morada de Deus entre os homens.” (SILVA, 2015).
Certamente não é levado em conta que na rede não há pessoas propriamente ditas, e sim representações digitais da personalidade, virtualizações, um faz de conta, e que este “espaço antropológico” é um não-lugar: Intangível, de mentira, como se assim fosse, aparente e somente “existe” enquanto conexão digital. Silva não só falha na definição de pessoa, como também na de espaço geográfico real, “materializando” os pontos e elementos de rede como pessoas se relacionando em geolugares:
A rede, em termos estruturais, consiste num sistema de pontos ou nó interligados. Cada ponto dessa rede é uma pessoa [sic], e cada pessoa possui conexões próprias com diferentes outros nós. Então, cada pessoa é uma rede social. Por isso, quando se fala na rede se remete ao conjunto dessas redes, a rede de redes [acrescento: o Ciberespaço] que compartilham dados entre si. (SILVA, 2015, p. 18).

Silva conclui afirmando que o Ciberespaço é um “espaço ético hacker”: “Hacker” é o sujeito que se esforça para superar criativamente desafios intelectuais nos campos de seu interesse. (...) O bem comum não se restringe a um bem-estar econômico, ele só existe quando ultrapassa a história e vai ao encontro do bem comum universal da humanidade e de toda a criação, ao Sumo Bem, Jesus Cristo. Assim, compreende-se uma conexão entre os objetivos da ética hacker e a busca pelo bem comum, base fundamental de uma verdadeira ética cristã na era da cultura digital. (...) O Ciberespaço pode ser compreendido como uma tentativa [grifo meu] de construir um substituto tecnológico para o espaço cristão do Céu, mesmo que o ambiente digital não tenha um sentido religioso em si mesmo e tampouco seja produto de um sistema teológico (SILVA, 2015, p. 26; 28-29).

9.1 A INTERNET COMO “LUGAR TEOLÓGICO”: CIBERTEOLOGIA

Enquanto lugar teológico, “a rede deve ser encarada como ‘dom de Deus’.” (SILVA, 2015, p. 40). A falta de meditação acerca de tal citação que pode circular pela rede, em termos de Cibergraça, transforma a verdade em Cristo na “verdade” humana, registrada pela esmagadora maioria de disseminação opinativa entre os contatos. Eis a ética cristã sendo pisoteada pela informação e pela opção de rede. Quem transforma e constrange o homem é a contínua ação do Espírito de Deus, e não a criatura. Entretanto, Silva afirma que é a rede na sua “realidade” (Ciberteologia): A internet é um fenômeno antropológico sociocultural, um ambiente de comunicação e de relações [grifo meu], de prática da fé e da espiritualidade dos seres humanos. Por ser um princípio ativo de transformação [grifo meu] da sociedade e da história humana, a rede [grifo meu] é uma realidade que não deve ser ignorada pela perspectiva teológica (SILVA, 2015, p. 41).

Tais afirmações se contrapõem à Palavra (2Co 3:18). A Ciberteologia afirma que a internet “é um lugar” [grifo meu]: Cristológico – onde “o Verbo se fez bit” (dígito binário em inglês; digital); Antropológico – onde a humanidade pode realizar o seu chamado universal; e Eclesiológico – onde a rede “transforma”, definindo-a como lugar teológico. Poucos são os teólogos que se importam com a ética cristã na internet, ou com os perigos da Ciberteologia, dentre outros. A Cibercultura muda o nosso modo de pensar, porém, clamando por atenção ética, sobretudo, cristã. Segundo Farias: A própria Teologia, que teve sua voz suprimida pela ciência moderna, hoje reaparece como uma modalidade que novamente e paulatinamente tem se tornado credível. Porém, ela experimenta de resquícios do avanço vivenciado na filosofia da linguagem e da interpretação. (...) A Teologia se coloca em movimento constante entre dois polos: A verdade eterna e seu fundamento, e a situação temporal na qual a verdade eterna deve ser recebida (FARIAS, 2017, p. 117-118).

A formação de opinião (subjetiva), a afetividade, a educação, a cultura, o desenvolvimento social, político e econômico, enfim, todas as atividades seculares que envolvem o homem no século onde ele se encontra não podem ser maiores que o fundamento bíblico, isto é, maiores que Deus. É necessário contextualizar e aculturar o Evangelho ao ponto de não o contaminar. A forma e o conteúdo de pregação da Palavra devem ter intenção cristocêntrica, e não antropocêntrica. Logo, não há base e nem elementos suficientes para afirmar que a Cibergraça tenha sustentação bíblica, mesmo considerando o seu profundo simbolismo. Segundo Silva: A Cibergraça com uma ponderação sobre a internet na Bíblia, isto é, como podemos, através de metáforas bíblicas [grifo meu], discernir a rede sob a rocha firme da Palavra de Deus. (...) Trata do conceito de pessoa e de comunhão e a importância deles no entendimento da internet como rede mundial de pessoas e no modo em que a Trindade opera no mundo contemporâneo.

Também aborda a espiritualidade comunial [grifo meu] que emerge da experiência humana no Ciberespaço (SILVA, 2015, p. 50).
A Ciberteologia trata a rede como se viva fosse, e a espiritualiza o tempo todo. Segundo Silva: Em comparação com a estrutura da rede, é possível intuir [grifo meu] que esses mesmos fios que sustentam o aspecto comunitário da rede estão sendo “encorpados” por maldades e pecados pessoais, formando o pecado estrutural da rede. Assim como as gorduras nas veias vão obstruindo o fluxo no coração que mantém o corpo vivo, as ações iníquas na rede [grifo meu] vão impedindo a rede de ser e de exercer seu dom [grifo meu], causando rompimentos em vários pontos. (...) A rede está ganhando vida própria e se mutando em uma criatura super-humana. (SILVA, 2015, p. 53; 56).

Eu, analista de sistemas por formação, alerto que quando se ressalta a multidão por qualquer meio eletrônico, é perdido a referência aos seres humanos e ao individual, tratando-os como meros nós de rede. Por serem conexões interligadas, é impossível comparar ilusões criadas no mundo digital ao homem propriamente dito e suas relações. A Ciberteologia e suas ciberdefinições trata-se de confusão por não distinguir o real do virtual, gerando doutrinas estranhas. Por fim, a Ciberteologia entende algumas passagens da Bíblia como sendo em “linguagem simbólica”, carentes de significância e longe da exegese, não se referindo explicitamente às parábolas de Jesus, mas sim a uma conveniente “interpretação” bíblica para definir e justificar a sua base doutrinária na rede de computadores, tais como (SILVA, 2015):

a) onde abunda o ciberpecado, superabunda a Cibergraça;
b) o Espírito Santo pode fluir pelo Ciberespaço;
c) e o Verbo se fez bit;
d) os computadores podem revelar [grifo meu] novas facetas da
humanidade, ajudando a elaborar novas compreensões de Deus;
e) o Ciberespaço é a interface onde Deus pode chegar até nós;
f) a internet é chamada [grifo meu] a ser uma ponte entre os seres
humanos e também entre Deus e os homens;
g) surge o conceito de uma Igreja líquida, isto é, uma eclesiologia que
segue as correntes da Água Viva, a dinâmica do Espírito inserida na
cultura líquida [grifo meu: A Igreja-Empresa?];
h) evangelizar na rede é testemunhar com as fotos que são
colocadas, com seu sorriso [grifo meu: Gestão da aparência?], com
a sua própria vida em Cristo.

A Igreja é instituição divina neste mundo real e existe numa localidade. É a multiforme sabedoria de Deus, onde é manifesto os dons do Espírito Santo, sendo formada por pessoas e relações entre elas que almejam Cristo Jesus, o Cabeça e Dono. Já a rede, e em particular as redes sociais, não têm como se equiparar à Igreja, pois não é formada por pessoas em um lugar. A comunicação pela internet apenas informa, mas se realizada de maneira presencial, transforma. Eis o IDE ético e cristão sendo valorizado e realizado de forma consciente e intencional em Cristo Jesus.

10 A EVANGELIZAÇÃO PELA REDE

A rede a serviço de Deus é ética, consciente, e inspirada no Espírito Santo aponta para a realização da comunhão presencial. A saber, disse Jesus em comunhão presencial com os seus discípulos (Mt 18:1) em Cafarnaum (Mt 17:24): “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles.” (Mt 18:20). Jesus não disse isto através de ninguém, muito menos via escrita de um amanuense – tecnologias possíveis à época. Isto posto, por telefone, rede ou outro meio não presencial não se tem como realizar o IDE bíblico, senão, no máximo, agir nos moldes da Capelania. A evangelização pela rede limita-se a informar acerca da Palavra, haja vista que inexiste o relacionamento real através da rede. Por fim, a rede não é espiritualizada, mas meramente é informacional o tempo todo.

Ainda que alguém pergunte: Como explicar a Mensagem de Paulo aos Colossenses no capítulo 2, versículo 5? “Pois, embora ausente quanto ao corpo, contudo, em espírito, estou convosco, alegrando-me e verificando a vossa boa ordem e a firmeza da vossa fé em Cristo.”. Realizando-se a exegese da perícope, Paulo vem verificando, se alegrando, e “concordando” com a boa ordem e firmeza da fé dos irmãos “em Cristo Jesus” de Colossos, apesar de não estar presencialmente lá. Não se trata de “viagem astral” de Paulo e/ou outra heresia “em espírito”. Buscando-se a palavra grega utilizada nesta passagem, segundo o “Novo Testamento Interlinear Analítico: Grego-Português” (GOMES e OLIVETTI, 2008), é utilizado “πνεύματι” (espírito), e não “Πνεύματος” (Espírito), como em Mt 28:19. Logo, se encerra a discussão acerca do uso da fragmentação do ser completo (heresia) na Bíblia.

Um viver inconsciente, contraditório aos valores morais e éticos do Evangelho, inviabiliza toda e qualquer possibilidade de ser reconhecido como cristão, quanto mais como liderança espiritual dirigida por Deus. Assim é a nossa conduta, tolerante a todos e alinhada à Palavra. O apóstolo Paulo nos dá um alerta ao evangelizar: “Se o faço de livre vontade, tenho galardão; mas, se constrangido, é, então, a responsabilidade de despenseiro que me está confiada.” (1Co 9:17).

Conscientes da forma e do conteúdo, anunciando o Evangelho sem o contaminar, é possível valer-se de um aplicativo eletrônico para a evangelização na rede, desde que objetive a reunião presencial do corpo, e não apenas permanecendo na rede o tempo todo. Se somos cristãos conscientes, a rede (internet e redes sociais) pode se tornar uma ferramenta (e não uma arma) na exposição inicial do Evangelho que culmine em comunhão presencial da membresia numa geolocalidade.

10.1 ÉTICA CRISTÃ NA INTERNET: RECOMENDAÇÕES DE USO CONSCIENTE

1) levar o Espírito de Deus — postagens que despertam a busca por Jesus;
2) alimentar a fé — forma e conteúdo que discipule crescente na Palavra; e
3) congregar a Igreja — almejar congregação na Igreja local, não na rede.

Para isso, não basta à Igreja:

a) ter uma página na internet atualizada (dinâmica e com fórum);
b) escutar e/ou informar-se pelo YouTube, ou por web rádio (podcast);
c) oferecer rede(s) social(is) (incluindo-se aplicativo eletrônico próprio); e
d) transmitir cultos pela internet (ao vivo, ou em seletivo acervo).

Uma evangelização consciente e objetiva (Rm 12:1) na rede de computadores começa com a comunicação ética, e que respeita a ética cristã à luz do Espírito Santo, sem contaminar o Evangelho (2Jo 1:9), indo além dos moldes da Capelania. Ao discipular a Palavra de Deus, é necessário continuamente discernir a sã doutrina das doutrinas estranhas (Hb 13:9) que circulam na internet, tais como a Igreja-Empresa e a Ciberteologia, sobretudo, visando a comunhão em geolocalidade (At 2:42).

11 CONCLUSÃO

Herança aristotélica, na qual a ética é caracterizada pela perspectiva teleológica – o fim, neste trabalho a ênfase recomendada é sobre aquilo que é bom, de forma prática e objetiva: A deontotológica – o dever, de tal forma que o caráter e a ética possam ser definidos à luz da obediência a uma norma: A ética cristã — deixando de abordar outros aspectos humanos e subjetivos em relação ao assunto.

O surgimento de novas mídias em novas tecnologias que permitem a interação humana, também cria um novo paradigma de comunicação da vida, regido pelas formas e pelo conteúdo daquilo que se intenciona dialogar através da rede de computadores, e, em especial, através dos aplicativos eletrônicos de rede social.

Por não existir relacionamento real na internet, mas uma aparência deste, iniciam-se vários processos de confusão. Um deles tem origem na credibilidade que se dá à forma como sendo uma condição existencial manejada à luz da fluidez de conteúdo — típico da sociedade pós-moderna líquida. E, neste cenário, justificam-se as palavras “soli?ário”, onde o metacaracter “?” pode ser um “d” ou “t”, e “est?tica”, onde agora o metacaracter “?” pode ser um “á” ou “é”.

Na era da informação acumulada pelas TICs, não é possível dar conta do volume de dados coletados pelos dispositivos que se controla, quanto menos entabular essa informação no processo de dar-lhe um (novo) significado, ou uma (nova) significância. É o excesso de informação ao indivíduo solitário, que não sendo tratado por sua continuidade no tempo, pode redundar: Nalgum problema de saúde, na nomofobia, na falta do ser solidário, e, dentre outros, num problema teológico. Eis que é necessário a conscientização acerca da informação disponível na internet à luz da intenção daquilo que se faz com ela: Um uso estático (firme na Rocha: Ético e cristão), ou estético (valorizado somente pela forma: Líquida, aparente e efêmera).

Segundo Dunbar (DUNBAR apud RO, 2020), a mente humana foi planejada por Deus para que tivéssemos um número em torno de 150 pessoas para relacionamento significativo. A palavra “amigo” (seguidores?), tal como a entendemos, é imprópria quando se refere a milhares de pessoas, seja na rede ou não.

A tecnologia pode até fornecer os meios para se informar à distância e promover uma conexão digital, com talvez até boa comunicação, mas o presencial e geolugar não devem ser suprimidos. O distanciamento social, potencializado pela pandemia do COVID-19, enquanto consequência de afastamento, é uma categoria moral, e, para superá-la, é necessário a proximidade real e concreta. Para isto ocorrer, em termos de uso ético na internet, é necessário o uso consciente da rede, e, em termos de ética cristã, o uso consciente e intencional em Cristo Jesus.

Vive-se uma individualização do ser moral, que diante da responsabilidade de decidir, é questionado pela magnitude da autossatisfação e de consumo. A sociedade líquida busca contínua experiência pessoal, agregando em si uma flexibilidade que rejeita marcos e a impede de ultrapassar um grau mínimo de comprometimento. Para o mercado potencializado pela rede, o indivíduo é visto como um empreendimento genérico, carente de ser suprido em suas diversas necessidades. Neste cenário, o indivíduo é reduzido a um “não-ser”: Um cliente que paga pelo que consome, enquanto satisfeito. Se insatisfeito, existem outras flexíveis opções.

A Cibercultura é benvinda e necessária. Entretanto, a vida comunicada pela internet deve ser ética. Deve-se saber com o que se está lidando, e, em termos de mensagem, ir discernindo a intenção e a credibilidade, quanto à forma e conteúdo. Logo, a conscientização faz parte do processo de comunicar, e, portanto, da vida. Em se tratando de ética cristã, é necessário usar a rede como ferramenta, e não como uma arma ao anunciar o Evangelho. Para tal, a evangelização na rede necessita distinguir o que é ou não possível no ambiente virtual. A resposta está no campo real, apontando para uma comunhão presencial.

Enquanto ferramenta de evangelização na rede, é recomendado a informação da Palavra no sentido que aponte para Jesus, sobretudo, para que se congregue numa Igreja local, com comunhão em presencial discipulado, a fim de que o homem seja constrangido e transformado pelo Espírito Santo. Doutra forma, está-se diante da falha da ética cristã na rede, ou de uma ética cristã falha, permitindo a operação e a manutenção de doutrinas estranhas, tais como a Igreja-Empresa e a Ciberteologia.

A conscientização e a intenção de se comunicar devem ser chaves da ética, sobretudo, a comunicação da Palavra de Deus deve respeitar a ética cristã, seja presencialmente ou em rede.

Por fim, a recomendação dada aqui não é definitiva, e clama por novas respostas. Tais futuras respostas desde já são bem-vindas, e, como o aqui postulado, primem pela forma clara e objetiva, não dando margem para que a Palavra seja contaminada em conteúdo, e, assim, potencializando as doutrinas estranhas. Urge o cristão agir como verbo de ligação consciente de Deus, praticando uma Teologia como Sabedoria (DIAS, 2005).

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